Desimporta comentar as frivolidades da vida?
Ignorar coisas corriqueiras por serem ou parecerem bobagem é sinal de sabedoria?
Algumas pessoas consideram-se muito inteligentes...na verdade, consideram-se muito mais do que são realmente.
Mas o grande problema não está em auto julgar-se um ser intelectual superior, e sim no fato de ignorar os que esses intelecto-pseudo-sábios consideram pobres burrinhos.
Pessoas normais, perfeitamente cônscias de suas habilidades mentais, ou mesmo conhecimento e dissernimento sobre diversos tipos de assunto, são mais agradáveis de se conviver do que aquelas que se consideram superiores.
Gente chata!
Fazem questão de falar sobre a pesquisa de um certo francês que ganhou o prêmio Nobel de química bio-diversitiva. Erguem o nariz ao citar os 25 benefícios que a análise psico-somática exerce sobre o comportamento humano. Conseguem falar horas e horas sobre a desburocratização das estatais. E ficam felizes ao tocarem em um assunto que todos desconhecem.
Particularmente, prefiro conversar com alguém que nem saiba em qual continente o Brasil fica.
Quem se considera sábio deveria ler a definição escrita há muito tempo:
“Sábio é aquele que sabe alguma coisa sobre tudo e tudo sobre alguma coisa . O mais sábio é aquele que estuda como se fosse viver eternamente e vive como se fosse morrer amanhã”.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
domingo, 5 de outubro de 2008
AUTO-SOLIDÃO
'Nenhum homem é uma ilha'
Há muito tempo, quando ouvi essa frase pela primeira vez, confesso, não a compreendi. É claro, - pensei – nenhum homem é uma ilha assim como nenhum macaco é uma agulha! Lógico!
Quando amadurecemos, além do corpo, também a mentalidade, novas compreensões vão aos poucos nos invadindo a mente. Sentimentos, desejos, sensações e emoções tornam-se completamente claras ou pelo menos mais visíveis.
Homem nenhum pode ser uma ilha, porque ninguém pode isolar-se de tudo e de todos. A solidão ajuda na busca pela solução de alguns problemas, bem como para esquecer ou lembrar de algo ou alguém. Mas essa mesma solidão, quando prolongada, pode destruir o ego, a auto-estima, o amor próprio e com qualquer vestígio de humanidade em uma pessoa. Quem se isola em seu próprio eu, fatalmente constrói o esquecimento, mesmo sem perceber...
E não há maior tristeza que o esquecimento. Pouca coisa machuca tanto como ver um amigo, depois de anos, e ele não o reconhecer ou fingir que não o reconheceu.
Quando alguém que você considera especial, lhe esquece na comemoração de um momento também especial.
Quando você está triste e ninguém nota.
Quando o desespero lhe leva à loucura de caminhar em direção ao abismo e você sabe que não haverá ninguém para lhe segurar a mão.
Quando seu sorriso e alegria já não conseguem contagiar ninguém.
Quando apenas o sol lhe dá bom dia...
Ser esquecido é o pior castigo que o isolamento pode causar. E a vida, antes tão bela, com tanta magia e poesia... aos poucos perde seu encanto e deixa de ter sentido.
Não se isole, busque o outro! Engula seu orgulho e procure seus amigos, faça outros. Procure fazer uma auto-crítica construtiva buscando eliminar atitudes que lhe afaste dos demais.
A vida é uma obra de arte que não mostrará sua verdadeira beleza a quem resolver contemplá-la sozinho.
Há muito tempo, quando ouvi essa frase pela primeira vez, confesso, não a compreendi. É claro, - pensei – nenhum homem é uma ilha assim como nenhum macaco é uma agulha! Lógico!
Quando amadurecemos, além do corpo, também a mentalidade, novas compreensões vão aos poucos nos invadindo a mente. Sentimentos, desejos, sensações e emoções tornam-se completamente claras ou pelo menos mais visíveis.
Homem nenhum pode ser uma ilha, porque ninguém pode isolar-se de tudo e de todos. A solidão ajuda na busca pela solução de alguns problemas, bem como para esquecer ou lembrar de algo ou alguém. Mas essa mesma solidão, quando prolongada, pode destruir o ego, a auto-estima, o amor próprio e com qualquer vestígio de humanidade em uma pessoa. Quem se isola em seu próprio eu, fatalmente constrói o esquecimento, mesmo sem perceber...
E não há maior tristeza que o esquecimento. Pouca coisa machuca tanto como ver um amigo, depois de anos, e ele não o reconhecer ou fingir que não o reconheceu.
Quando alguém que você considera especial, lhe esquece na comemoração de um momento também especial.
Quando você está triste e ninguém nota.
Quando o desespero lhe leva à loucura de caminhar em direção ao abismo e você sabe que não haverá ninguém para lhe segurar a mão.
Quando seu sorriso e alegria já não conseguem contagiar ninguém.
Quando apenas o sol lhe dá bom dia...
Ser esquecido é o pior castigo que o isolamento pode causar. E a vida, antes tão bela, com tanta magia e poesia... aos poucos perde seu encanto e deixa de ter sentido.
Não se isole, busque o outro! Engula seu orgulho e procure seus amigos, faça outros. Procure fazer uma auto-crítica construtiva buscando eliminar atitudes que lhe afaste dos demais.
A vida é uma obra de arte que não mostrará sua verdadeira beleza a quem resolver contemplá-la sozinho.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
UM DIA VOCÊ APRENDE - SHAKESPEARE
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la, por isso. / Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva anos para se construir confiança e apenas segundos para destrui-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida. / Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas. E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
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