Vivemos em um mundo louco, estou rodeado de loucos ou afinal, eu é que sou insano?
Quando a gente acha que já viu de tudo, acontece algo inédito. Absurdamente inédito.
E o pior é que somos pressionados a pensar que tudo tende a mudar, é natural, e que tanta coisa que sequer chegamos a imaginar virará rotina logo, logo.
De que diabos estou falando? Putz, nem eu sei. Sou meio louco, lembram?
Mas vamos lá. Há menos de cem anos atrás, sem querer forçar um pleonasmo, éramos um século atrasados em relação a hoje. Que descoberta! – dirão alguns. Muita coisa mudou para melhor, mas proporcionalmente carece uma reflexão o fato de que outras tantas mudaram para pior. Exemplo? Consumo de drogas, pronto. Sou ignorante sobre a data aproximada de quando o homem começou a usar algum tipo de entorpecente, creio que milhares de anos. Mas só há poucas décadas se começou a matar pela droga. São gigantescas organizações criminosas pelo Brasil e mundo a fora que, iluminadas pelo brilho do dinheiro fácil, sujo e letal, tiram vidas direta e indiretamente todos os dias em tantos lugares. Isso parece normal? As pessoas não só consideram normal como não almejam forma alguma para extinguir de nosso meio esses insetos.
Outro exemplo de modernidade: Há cem anos, nos relacionamentos mais criteriosos o máximo que um pretendente podia fazer antes de casar era pegar na mão da moça. Não que eu concorde com isso, Deus o livre! Só que agora os adolescentes quase crianças fazem absolutamente tudo (tudo mesmo) e muitos pais, ainda criados com resquícios tradicionais daquela outra época, têm de aceitar as filhas trazerem os namorados para dormir em suas casas. Se não o fizerem serão taxados de ultrapassados, amebas jurássicas em extinção.
Colocar fogo em indigentes; babás surrando bebês que foram, confiantemente, colocados sob seus cuidados; viciados agredindo pessoas idosas por causa de dinheiro pra comprar sua droga; estupro e assassinato de crianças, algumas pelas próprias famílias... Por motivos impressionantemente fúteis, alguns monstros desequilibrados cometem todo o tipo de atrocidade. Lembram Hitler e suas experiências? Alguns fazem até pior. E nós vemos tudo isso na tv e dizemos: que horror! E nada muda, ou melhor, muda pra pior, pois mais coisas horríveis continuam a ocorrer que daqui a algum tempo irão se tornar rotina e banalidade em nosso cotidiano, onde ao invés de achar um horror, iremos apenas soluçar sem paciência: de novo!
Quando a gente acha que já viu de tudo, acontece algo inédito. Absurdamente inédito.
E o pior é que somos pressionados a pensar que tudo tende a mudar, é natural, e que tanta coisa que sequer chegamos a imaginar virará rotina logo, logo.
De que diabos estou falando? Putz, nem eu sei. Sou meio louco, lembram?
Mas vamos lá. Há menos de cem anos atrás, sem querer forçar um pleonasmo, éramos um século atrasados em relação a hoje. Que descoberta! – dirão alguns. Muita coisa mudou para melhor, mas proporcionalmente carece uma reflexão o fato de que outras tantas mudaram para pior. Exemplo? Consumo de drogas, pronto. Sou ignorante sobre a data aproximada de quando o homem começou a usar algum tipo de entorpecente, creio que milhares de anos. Mas só há poucas décadas se começou a matar pela droga. São gigantescas organizações criminosas pelo Brasil e mundo a fora que, iluminadas pelo brilho do dinheiro fácil, sujo e letal, tiram vidas direta e indiretamente todos os dias em tantos lugares. Isso parece normal? As pessoas não só consideram normal como não almejam forma alguma para extinguir de nosso meio esses insetos.
Outro exemplo de modernidade: Há cem anos, nos relacionamentos mais criteriosos o máximo que um pretendente podia fazer antes de casar era pegar na mão da moça. Não que eu concorde com isso, Deus o livre! Só que agora os adolescentes quase crianças fazem absolutamente tudo (tudo mesmo) e muitos pais, ainda criados com resquícios tradicionais daquela outra época, têm de aceitar as filhas trazerem os namorados para dormir em suas casas. Se não o fizerem serão taxados de ultrapassados, amebas jurássicas em extinção.
Colocar fogo em indigentes; babás surrando bebês que foram, confiantemente, colocados sob seus cuidados; viciados agredindo pessoas idosas por causa de dinheiro pra comprar sua droga; estupro e assassinato de crianças, algumas pelas próprias famílias... Por motivos impressionantemente fúteis, alguns monstros desequilibrados cometem todo o tipo de atrocidade. Lembram Hitler e suas experiências? Alguns fazem até pior. E nós vemos tudo isso na tv e dizemos: que horror! E nada muda, ou melhor, muda pra pior, pois mais coisas horríveis continuam a ocorrer que daqui a algum tempo irão se tornar rotina e banalidade em nosso cotidiano, onde ao invés de achar um horror, iremos apenas soluçar sem paciência: de novo!
Um comentário:
Somos o que fazemos,mas somos ,principalmente o que fazemos,para mudar o que somos...Eduardo Galeano
Gosto dessa citação de Galeano e pensar que temos o poder de transformar o mundo... Evoluímos em certos pontos e regredimos em outros: o saber conviver, o respeito à liberdade, à natureza se perdem em meio à competitividade,à satisfação dos egos... Adorei te visitar e comprovar a sensibilidade de poeta!!! Bjs
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