Hoje chorei.
Tentei evitar, de todas as formas.
Evitar lembrar teu sorriso, teu rosto sério, indiferente, alegre.
Fugi da lembrança desse teu beijo tão doce que adoça meus lábios até agora...aqui...distante de ti.
Fingi que não te conheci.
Fingi que jamais te quis, que não te adorei
e suportei o mal gostoso que tu me fizeste.
Fugi pra longe da tua lembrança, mas só tua visão encontrei.
Quis ser mais forte e tentar te odiar,
para que meu ódio, talvez, te expulsasse de mim...em vão.
Chorei.
Sorri ao lembrar nossos momentos juntos, mas essa distância
oprimia meu peito e meu pranto calado pulsava forte.
Te quis, te queria, te quero a todo instante.
Quero pensar em outra coisa,
mas meu pensamento ficou escravo de ti.
Careço de tua presença.
Que estejas em mim, mesmo na distância e que me queira um pouco, embora muito pouco,
mas que eu perceba teu gesto num alento de quem padece solitário.
Não me queira... não ouso pedir-te.
Somente desoprima meu peito
e finja que notas minha presença discreta em tua vida.
Vida da qual sonhei um dia fazer parte...
terça-feira, 23 de setembro de 2008
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